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	<title>Quimicalizando &#124; tudo sobre Quimica &#187; descoberta</title>
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		<title>Isótopos, o que são?</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 12:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Geral]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta]]></category>
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		<description><![CDATA[Átomos Isótopo, o que são, como foi descoberto e qual a sua diferença dos átomos dos elementos químicos comuns.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Isótopos de um elemento são formas ligeiramente diferentes daquele elemento. Os isótopos têm as mesmas propriedades químicas, físicas e elétricas do elemento original, mas têm um número diferente de nêutrons no seu núcleo. A descoberta dos isótopos criou uma nova dimensão de um novo conceito para a física e a química.</p>
<p>Esta descoberta veio responder a problemas intrigantes que tinham colocado numa posição difícil os físicos pesquisadores que estavam estudando <a title="A Descoberta da Radioatividade" href="http://www.quimicalizando.com/curiosidades/a-descoberta-da-radioatividade/">elementos radioativos</a>. O estudo dos isótopos se tornou uma chave fundamental para o desenvolvimento do poder e das armas atômicas. Os isótopos são também importantes para a geologia, desde a datação pelo carbono a outras técnicas de datação das rochas, todas dependem das relações de isótopos específicos.</p>
<p>Esta única descoberta removeu barricadas para o progresso científicos, abriu novos campos para a pesquisa da física e da química e forneceu ferramentas indispensáveis para a pesquisa da ciência.</p>
<p>Os isótopos são muito mais importantes do que pensamos. Cada rocha antiga, fóssil, restos humanos ou plantas jamais datados o foram usando isótopos de vários elementos. Os isótopos criam radioatividade natural. A <a title="Como funciona uma bomba atômica?" href="http://www.quimicalizando.com/curiosidades/como-funciona-uma-bomba-atomica/">bomba atômica</a> usa um isótopo de urânio.</p>
<p>Como foi a descoberta do Isótopo?</p>
<p>Em 1913,o química inglês Frederick Soddy e o químico americano Theodore William Richard descobriram duas massas atômicas diferentes parao chumbo. Quase ao mesmo tempo, Thomson, descobriu massas atômicas diferentes para o neônio.</p>
<p>Apesar de terem massas atômicas diferentes, os átomos apresentavam as mesmas propriedades químicas, comprovando ser de um mesmo elemento. Apenas as propriedades físicas que se relacionavam com a massa eram diferentes.</p>
<p>Deu-se a esse fenômeno o nome de isotopia e ao átomos de um mesmo elemento químico que apresentavam massas atômicas diferentes chamou-se isótopos (do grego ísos, mesmo, e tópos, lugar, em referência ao fato de ocuparem o mesmo lugar na <a title="Tabelas Periódicas dos Elementos" href="http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/tabelas-periodicas-dos-elementos/">tabela periódica dos elementos</a>).</p>
<p>A isottopia ficou sem explicação até 1932, quando o físico James Chadwick solucionou a questão, descobrindo uma nova parícula nuclear, produzida como consequência do bombardeamento de berílio com partículas alfa.</p>
<p>A partícula descoberta por Chadwick tinha massa praticamente igual à massa do próton e não tinha carga elétrica, sendo por esta razão denominada nêutron. Os nêutrons explicam não apenas a diferença de massas atômicas (e, consequentemente, a diferença nas propriedades físicas) dos isótopos, como também a igualdade no seu comportamento químico, já que isso é função das cargas elétricas existentes nos átomos. Verificou-se nessa época que as partículas alfa possuem 2 prótons  e 2 nêutrons.</p>
<p>Praticamente todos os elementos químicos possuem isótopos, naturais e/ou artificiais (obtidos pelo bombardeamento de núcleos atômicos com partículas aceleradas).</p>
<p>Podemos definir então que:</p>
<div class="woo-sc-box info   full">Átomos Isótopos possuem o mesmo número de prótons e diferente número de nêutrons.</div>
<p>Apenas os isótopos do elemento químico Hidrogênio possuem nomes próprios, os demais são diferenciados apenas pelo número de nêutrons e, portanto, pela massa: H: prótio ou hidrogênio comum, <sup>2</sup>H: deutério ou hidrogênio pesado e <sup>3</sup>H: trítio ou hidrogênio superpesado.</p>
<p><img class="size-full wp-image-3354 aligncenter" title="isotopos-hidrogenio" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/isotopos-hidrogenio.jpg" alt="Isótopos de Hidrogênio" width="516" height="258" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>A descoberta das Ligações Atômicas</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 11:21:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[atomos]]></category>
		<category><![CDATA[cientistas]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi Niels Bohr quem descobriu o primeiro modelo concreto de elétrons ao redor do núcleo de um átomo - sua localização, movimento, padrões de radiação e transferência de energia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Marie Curie junto com Einsten, Dirac, Heisenberg, Born, Rutherford e outros cientistas da época provaram para todos que existia um mundo subatômico. Mas provar o que estava escondido dentro do átomo e o que determinava seu comportamento continuava sendo um dos grandes desafios da física e química no início do século XX.</p>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-3328 alignleft" style="margin: 10px;" title="nielsBohr" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/nielsBohr-150x150.jpg" alt="nielsBohr" width="150" height="150" />Foi Niels Bohr quem descobriu o primeiro modelo concreto de elétrons ao redor do núcleo de um átomo &#8211; sua localização, movimento, padrões de radiação e transferência de energia. A teoria de Bohr solucionou um número de inconsistências e falhas que houve em tentativas anteriores de adivinhar a estrutura e a atividade dos elétrons. Ele combinou experiência direta com teoria avançada para criar uma compreensão dos elétrons.</p>
<p><strong>Mas como foi essa descoberta?</strong></p>
<p>Niels Bohr tinha apenas 26 anos em 1912 e era professor de física na Universidade de Copenhague, Bohr se deu conta de que a teoria atômica não correspondia ao corpo cada vez maior de informações atômicas experimentais. Umas das experiências de Bohr mostrava que as teorias clássicas prognosticavam que um elétron em órbita iria perdendo energia contínua e lentamente ao espiralar-se para o interior do núcleo. O átomo entraria em colapso e implodiria. Mas isso não acontecia. O átomos eram espantosamente estáveis. Alguma coisa estava errada com as teorias existentes &#8211; e Bohr disse que estava.</p>
<p>Não havia forma de ver realmente um átomo, nenhuma maneira de examinar seu interior e observar diretametne o que estava acontecendo. Os cientistas tinham que ir tateando no escuro para emitir suas teorias, peneirando através de pistas indiretas em busca de fiapos de insights para alcançar o estranho funcionamento do átomo.</p>
<p>Experiências atômicas estavam armazenando montanhas de informações. Anotavam as partículas criadas pelas colisões atômicas. Mediam os ângulos nos quais estas novas partículas se afastavam rapidamente do local da colisão. Mediam os níveis de energia elétrica. Mas poucas informações coincidiam com as teorias atômicas.</p>
<p>Quando Bohr começou a organizar suas aulas para o curso de 1913, leu a respeito de dois estudos experimentais. Primeiro, Enrico Fermi descobriu que átomos sempre emitiam energia na mesma pouca quantidade de energia (estouros). Ele chamou esses estouros de discreta quanta (quantidade) de energia.</p>
<p>Segundo, os químicos haviam estudado a quantidade de energia que cada elemento de átomos irradiava. Descobriram que passando esta radiação por um prisma, a radiação não era contínua sobre toda frequencia do espectro, mas surgia em bruscos picos em certas frequencias discretas. Elementos diferentes mostravam padrões de características diferentes naqueles picos de energia. Nenhum estudo combinava com as teorias existentes.</p>
<p>Bohr estudou e comparou essas pequenas informações diferentes e aparentemente não relacionadas, sabendo que tinham de se relacionar de alguma maneira &#8211; uma vez que lidavam com características e emissões da mesma fonte: átomos.</p>
<p>Bohr examinou e reexaminou as informações as informações e as teorias durante oito meses, procurando uma maneira de fazer com que as informações experimentais combinassem com alguma teoria atômica. No fim daquele ano, ele havia descoberto uma idéia revolucionária: os elétrons não deviam ser assim tão livres para vagar sem destino, como se pensava anteriormente.</p>
<p>Ele teorizou que elétrons que circulassem no núcleo de um átomo só poderiam exstir certas órbitas fixas e discretas. Para que pudesse passar para uma órbita mais fechada, um elétron teria de emitir uma quantidade de energia fixa (picos e quantidade de energia irradiada observados). Se um elétron passasse para um órbita mais alta, teria de absorver uma quantidade fixa de energia. Os elétrons não podiam ir onde bem quisessem ou carregar qualquer quantidade de energia. Tinham de ficar em uma ou em outra dessas poucas órbitas específicas. Os elétrons devem ganhar ou perder energia em quantidades específicas.</p>
<p>O modelo atômico de Bohr foi uma ideia revolucionária e uma ruptura completa com ideias anteriores. Contudo, combinava perfeitamente bem com observações experimentais e esclarecia todas as inconsistências das teorias anteriores. Este modelo tambem explicava omo e porque os elementos químicos ligavam-se uns aos outros e como isso acontecia.</p>
<p>A descoberta de Bohr recebeu aplausos e aceitação imediata. Durante 50 anos serviu como modelo aceito de um átomo e do movimento de elétrons no interior do átomo.</p>
<p><img class="size-full wp-image-3331 aligncenter" title="Atomo" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/Atomo1.jpg" alt="atomo" width="257" height="245" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>A Cura da Aids, será?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 14:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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		<description><![CDATA[Um passo para a cura da Aids. Cientistas testam com sucesso um novo remédio capaz de identificar e eliminar qualquer célula do corpo infectada por qualquer tipo de vírus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><img class="size-medium wp-image-3274 aligncenter" title="virus" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/virus-corpo-20110815164049-300x220.jpg" alt="cura da aids" width="300" height="220" /></p>
<p>Cientistas<strong> testam com sucesso</strong> um novo remédio capaz de identificar e eliminar <strong>qualquer célula</strong> do corpo infectada por <strong>qualquer tipo de vírus</strong>.</p>
<p>Este novo remédio ataca o material genético produzido apenas pelo invasor e, em tese, funcionaria com qualquer tipo de vírus.</p>
<p>Os vírus são incapazes de se reproduzirem sozinhos, eles  precisam utilizar as céculas do seu hospedeiro para se multiplicarem e é justamente durante esse processo de multiplicação que um tipo especial de RNA é produzido, o dsRNA, que não existe nos seres humanos.</p>
<p>Como parte de seus sistema normal de defesa contra infecções virais, as células humanas produzem proteínas que se ligam ao dsRNA, disparando uma reação em cadeia que impede que o vírus se replique. No entanto, muitas vezes esse sistema falha, pois o vírus consegue bloquear uma dessas etapas da reação, como o caso do Vírus da Aids (HIV).</p>
<p>Foi inspirado nesse mecanismo próprio do organismo que os pesquisadores criaram esta nova droga, batizada de DRACOs (Double-stranded RNA Activated Caspase Oligomerizers). Ela combina essa proteína específica que se liga ao dsRNA com outra, que induz a célula à morte.</p>
<p><strong>O DRACO entra em qualquer célula mas, se não encontra vestígios de dsRNA, vai embora deixando-a ilesa.</strong></p>
<p>Em testes, a equipe do dr. Todd Rider, do Massachusetts Institute of  Technology, curou ratos com gripe e, em laboratório, eliminou 100% da  infecção de células humanas e de outros animais.</p>
<p>Os testes, que ao todo eliminaram 15 tipos diferentes de vírus desde uma  simples gripe normal até poliomielite e dengue, dando um destaque para a  gripe H1N1, mais conhecida como gripe suína que assustou muita gente  nos anos de 2009/2010 os resultados foram 100% positivos e publicados no  jornal científico PLoS One.</p>
<p>Após o sucesso do teste da gripe em ratos, os pesquisadores pretendem testar “in  vivo” outros vírus. A expectativa é que a pesquisa leve à criação de uma droga “universal” contra infecções virais.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Antimatéria é &#8216;armazenada&#8217; em laboratório</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/noticias/antimateria-e-armazenada-em-laboratorio/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 19:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Antimateria]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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		<description><![CDATA[Átomos de anti-hidrogênio foram capturados durante 170 milissegundos. Experimento foi realizado no Centro Europeu de Pesquisas Nucleares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Cientistas do experimento Alpha, desenvolvido pelo Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em inglês), conseguiram capturar pela primeira vez 38 átomos de anti-hidrogênio, a antimatéria equivalente ao hidrogênio convencional. O material foi armazenado por apenas 170 milissegundos &#8211; aproximadamente um sexto de segundo. A informação está no site da revista científica Nature (em inglês).</p>
<p>Os átomos de anti-hidrogênio foram produzidos no vácuo, mas cercados por matéria comum. Ao entrar em contato, antimatéria e matéria se anulam, com as antipartículas sendo desintegradas.</p>
<p>Agora os físicos do Cern desenvolveram uma armadilha magnética para &#8220;segurar&#8221; a antimatéria por um tempo ínfimo, mas suficiente para que os especialistas pudessem estudá-la. O objetivo é saber se as antipartículas são suscetíveis às mesmas forças eletromagnéticas que influenciam partículas comuns como prótons e elétrons.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_2795" class="wp-caption aligncenter" style="width: 443px"><a href="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/11/antihidrogenio2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2795" title="antihidrogenio2" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/11/antihidrogenio2-300x225.jpg" alt="Equipamento anti-hidrogênio" width="433" height="324" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamento usado para capturar átomos de anti-hidrogênio. (Foto: Niels Madsen / ALPHA / Swansea)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A antimatéria é um dos principais mistérios da ciência. É idêntica à matéria comum, mas as partículas que a compõem têm cargas elétricas opostas. Como exemplo, a antipartícula equivalente ao elétron é o pósitron, que tem carga positiva.</p>
<p>O anti-hidrogênio é formado por um antipróton, com carga negativa, e um pósitron. Já havia sido criado artificialmente em 1995 no Cern, porém os estudiosos nunca conseguiram deter os átomos por muito tempo. Ao entrarem em contato com a matéria comum, acabam gerando radiação ou se transformando em outras partículas.</p>
<p>Técnicas de criação de anti-hidrogênio &#8211; outra foi desenvolvida em outro experimento do Cern chamado Asacusa &#8211; servem aos cientistas para testar o que é previsto pelo modelo padrão de partículas elementares.</p>
<p>Fonte: G1</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Brasil também fará parte do Acelerador de Partículas</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/noticias/brasil-tambem-fara-parte-do-acelerador-de-particulas/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 17:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasil também ira fazer parte dos países que aderiram ao programa do maior experimento da Física, o Acelerador de Partículas. O Projeto custará R$ 18 milhoes de reais por ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>O Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern) vai cobrar US$ 10 milhões (R$ 18 milhões) por ano para que o Brasil possa fazer parte do maior experimento da Física, o <strong>Grande Colisor de Hádrons (LHC)</strong>. O projeto oficial de adesão brasileira será apresentado em junho. Ao lado da Índia, o Brasil poderá estar entre os primeiros países emergentes a se unir oficialmente ao projeto.</p>
<p>John Ellis, diretor de cooperação do Cern, revelou que uma proposta está sendo redigida no momento pela entidade, que busca sua internacionalização e não quer mais ser vista apenas como uma organização europeia e norte-americana. &#8220;Tivemos uma reunião há uma semana no conselho do Cern e ficou decidido que faríamos uma proposta concreta ao Brasil&#8221;, disse Ellis.</p>
<p>Segundo ele, a contribuição brasileira será baseada no Produto Interno Bruto (PIB) do País. Mesmo assim, representaria apenas 1% do orçamento do centro europeu. Atualmente, a entidade tem um orçamento de US$ 1 bilhão, grande parte financiada por alemães, franceses, norte-americanos e ingleses.</p>
<p>No fim de 2009, o Ministério de Ciência e Tecnologia iniciou um processo de aproximação do Cern, que poderá ser concluído em 2010. Ellis, porém, não exclui que o valor e a modalidade da adesão sejam alvos de uma negociação. Segundo ele, a entrada oficial do Brasil no experimento poderia trazer pelo menos três vantagens ao País.</p>
<p>A primeira é que empresas nacionais de tecnologia poderiam participar de licitações para vender suas peças e equipamentos &#8211; o Cern é hoje um dos maiores compradores de tecnologia no mundo. Em segundo lugar, o Cern abriria suas portas para a contratação de físicos brasileiros. Para completar, o Brasil poderia ter voz e voto nas decisões futuras em relação às pesquisas.</p>
<p>Fonte: <strong>O Estado de S. Paulo</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Acelerador de Partículas bate recorde em colisões</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/noticias/acelerador-de-particulas-bate-recorde-em-colisoes/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 17:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O maior acelerador de partículas do mundo estabeleceu hoje um novo recorde para colisões de alta energia, chegando a 7 teraelétrons volts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>O maior acelerador de partículas do mundo estabeleceu hoje um novo recorde para colisões de alta energia, chegando a 7 teraelétrons volts. O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) conseguiu colidir dois feixes de prótons a uma velocidade três vezes maior que o recorde anterior. Projeto de US$ 10 bilhões, o LHC realiza as colisões de feixes de prótons como parte de uma ambiciosa experiência que busca revelar detalhes sobre micropartículas e microforças teóricas.</p>
<p>A ideia é que esses testes ajudem a lançar luz sobre as origens do universo, além de responder a importantes questões da Física. As colisões representam uma nova era na ciência para os pesquisadores que trabalham no LHC, que fica sob a fronteira entre Suíça e França e faz parte do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern).</p>
<p>Os pesquisadores na sala de controle do Cern aplaudiram quando as primeiras coalizões bem-sucedidas ocorreram. Vários cientistas pelo mundo acompanham os trabalhos. O LHC foi lançado com pompas em 10 de setembro de 2008, mas apresentou problemas nove dias depois. Os reparos e as melhorias custaram US$ 40 milhões, até que o aparelho voltou a operar no fim de novembro.</p>
<p>Porém, as colisões causaram temor em algumas pessoas, que temiam riscos para o planeta por causa da criação de pequenos buracos negros &#8211; versões subatômicas de estrelas que entram em colapso gravitacional -, cuja gravidade é tão forte que eles podem sugar planetas e outras estrelas. O Cern e muitos cientistas rechaçam qualquer ameaça à Terra ou às pessoas, afirmando que esses buracos negros seriam tão fracos que se desfariam quase logo após serem criados, sem causar problemas.</p>
<p>A energia extra obtida no LHC europeu deve revelar dados sobre algumas questões ainda não respondidas na Física de partículas, como a existência da antimatéria e a busca pelos bósons de Higgs, uma partícula hipotética que, segundo cientistas, daria massa a outras partículas e, com isso, para outros objetos e criaturas no universo.</p>
<p>Os cientistas também esperam analisar, em escala mínima, o que ocorreu nos segundos após o Big Bang, que segundo eles foi o momento de criação do universo, cerca de 14 bilhões de anos atrás.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Cientistas afirmam que condições do Big Bang serão recriadas</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/noticias/cientistas-afirmam-que-condicoes-do-big-bang-serao-recriadas/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 17:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas afirmam que o acelerador de partículas realmente poderá (e vai) criar as condições que criaram o Big Bang.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>O maior experimento científico do mundo</strong> vai procurar a partir de 30 de março colidir partículas no nível mais alto de energia já tentado, recriando as condições presentes no momento do &#8220;Big Bang&#8221;, que teria marcado o nascimento do universo, 13,7 bilhões de anos atrás.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O Grande Colisor de Hádrons (LHC)</strong></span>, situado em um túnel subterrâneo circular de 27 quilômetros de extensão sob a fronteiro franco-suíça, começou a circular partículas em novembro passado, depois de ser fechado em setembro de 2008 devido a superaquecimento.</p>
<p>No momento, raios gêmeos estão circulando a 3,5 tera-eletron volts (TeV), a energia mais alta já alcançada, e vão acelerar nos próximos dias, segundo o Conselho Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN).</p>
<p>&#8220;A primeira tentativa de realizar colisões a TeV (3,5 TeV em cada raio) está programada para 30 de março&#8221;, disse o CERN em comunicado nesta terça-feira.</p>
<p>O diretor-geral do CERN, Rolf Heuer, afirmou: &#8220;Pode levar horas ou até dias para conseguirmos colisões&#8221;.</p>
<p>As colisões múltiplas a 7 TeV vão cada uma criar Big Bangs em miniatura, produzindo dados que milhares de cientistas passarão anos futuros analisando.</p>
<p>&#8220;O simples alinhamento dos raios já é um desafio por si só. É um pouco como disparar agulhas de lados opostos do Atlântico e conseguir que colidam na metade do caminho&#8221;, disse Steve Myers, diretor de aceleradores e tecnologia do CERN.</p>
<p>Uma vez estabelecidas as colisões em alta velocidade, o plano é continuar operando continuamente por 18 a 24 meses, com uma curta pausa técnica no final de 2010, disse o CERN.</p>
<p>De acordo com representantes do conselho, é possível que seja detectada matéria escura, que os cientistas acreditam que compõe 25% do universo mas cuja existência nunca foi comprovada.</p>
<p>Astrônomos e físicos dizem que apenas 5% do universo é conhecido hoje e que o restante invisível consiste de matéria escura e energia escura, que compõem respectivamente 25% e 70% do universo.</p>
<p>&#8220;Se conseguirmos detectar e entender a matéria escura, nosso conhecimento vai se ampliar para abranger 30% do universo, o que seria um avanço enorme&#8221;, disse Heuer em coletiva de imprensa no início do mês.</p>
<p>Veja abaixo uma demonstração de como funciona o Acelerador de Partículas.</p>
<p>
<object style="width: 550px; height: 450px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="550" height="450" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/demonstracao_lhc.swf" /><embed style="width: 550px; height: 450px;" type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="450" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/demonstracao_lhc.swf"></embed></object></p>
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		<title>Hubble confirma matéria escura</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 13:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[universo]]></category>

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		<description><![CDATA[Telescópia Hubble confirma a existência de matéria escura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Uma análise feita pelo Telescópio Espacial Hubble confirmou a existência da misteriosa aceleração cósmica – fenômeno causado por forças invisíveis no Universo.</p>
<p>De acordo com a teoria, o Universo que conhecemos, composto de matéria visível, corresponde a apenas 4% de tudo o que há no cosmos.</p>
<p>Já o Universo invisível é composto de matéria escura e energia escura. Apesar de não se saber ao certo o que são esses componentes, astrônomos acreditam que eles existem por causa dos seus efeitos na movimentação de corpos celestes.</p>
<p>Ao observar galáxias, por exemplo, cientistas notam uma diferença entre a gravidade existente e a quantidade de matéria visível – o que os leva a supor que existe algo que não enxergamos, mas que possui massa. Acredita-se que 20% do Universo é composto de matéria escura e, o restante, da chamada energia escura.</p>
<p>Agora, cientistas conseguiram mais uma forte prova da existência desses componentes. Um grupo de astrônomos liderados por Tim Schrabback, do Leiden Observatory, conduziu um estudo com mais de 446 mil galáxias. Todas elas estavam dentro do campo de visão do Cosmological Evolution Survey (COSMOS), a maior pesquisa já feita pelo Hubble.</p>
<p>Considerada uma das mais precisas amostras da diversidade do Universo, a COSMOS fotografou 575 visões ligeiramente sobrepostas da mesma parte espaço e criou como que uma reconstrução em 3D da área.</p>
<p>Além dos dados do Hubble, os pesquisadores usaram observações em terra para estabelecer as distâncias entre 194 mil galáxias. Na nova análise, os astrônomos “pesaram” a distribuição de matéria no espaço.</p>
<p>Todos esses números possibilitaram cálculos detalhados que confirmaram: o universo é acelerado por um componente adicional, misterioso – ou seja, a energia escura.</p>
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		<title>A Descoberta da Radioatividade</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 17:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Marie Curie]]></category>
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		<category><![CDATA[radioatividade]]></category>

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		<description><![CDATA[A descoberta de Marie Curie de dois elementos naturalmente radioativos, o polônio e o rádio, foi notícia de manchete, mas a sua grande descoberta mesmo foi que os átomos não eram bolas sólidas e que deviam existir partículas menores dentro deles. Esta descoberta abriu caminho para todas as pesquisas atômicas e subatômicas e mesmo para a fissão nuclear.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Os estudos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marie_Curie" target="_blank">Marie Curie</a> sobre a radioatividade são considerados um dos grandes momentos decisivos da ciência. A física depois de Curie ficou completamente diferente do que era antes, quando convergia para o mundo subatômico desconhecido. Ela abriu as portas que permitiram a entrada &#8220;dentro&#8221; do átomo e levou aos maiores progressos da física do século XX.</p>
<p><strong>Mas como foi esta descoberta? </strong></p>
<div id="attachment_1818" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/marie-curie.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1818" title="Marie Curie" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/marie-curie-150x150.jpg" alt="Marie Curie" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Marie Curie</p></div>
<p>Em 1896, Marie Curie resolveu completar sua tese de doutorado em um campo inteiramente novo: radiação. Era empolgante. Algo que ninguém nunca tinha visto ou estudado antes. Os cientistas sabiam que radiação carregada eletricamente enchia o ar ao redor do urânio, mas não se sabia muito mais do que isso. Marie usou um aparelho que seu marido, o professor Pierre Curie, tinha inventado para detectar cargas elétricas ao redor de amostras de minerais. Ela deu ao processo o nome de <em><strong>radioatividade</strong></em> e concluiu que era emitida de dentro de um átomo de urânio.</p>
<p>Como os Curie não tinham dinheiro para cobrir as despesas das pesquisas dela, e como a universidade se recusava a fornecer recursos para uma mulher recém-formada fazer pesquisas, Marie conseguiu a muito custo um lugar para instalar seu laboratório. Descobriu um barração abandonado que tinha sido usado pelo departamento de biologia para guardar cadáveres.</p>
<p>Em 1898, Marie ganhou um intrigante minério de urânio chamado <em>pechblenda</em>, que seus testes demonstraram emitir mais radioatividade do que se podia esperar da quantidade de urânio que continha. Ela concluiu que devia haver outra substância dentro da pechblenda para emitir radiação a mais.</p>
<div id="attachment_1816" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/pechblenda.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1816" title="pechblenda" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/pechblenda-150x150.jpg" alt="fragmento de pechblenda" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">fragmento de pechblenda</p></div>
<p>Ela começou com testes de 3.5 onças de pechblenda. Planejou remover todos os metais conhecidos para que no final só restasse este elemento novo, altamente ativo. Ela tritutou o minério com pilão num almofariz, passou numa peneira, dissolveu em ácido, ferveu para eliminar o líquido, filtrou, destilou e por fim o eletrolisou.</p>
<p>Nos próximos seis meses, Marie e seu marido, Pierre, <strong>isolaram quimicamente e testaram cada um dos 78 elementos químicos</strong> conhecidos para ver se os miteriosos raios radiotivos fluíam de qualquer outra substância que não fosse urânio. A maioria do tempo eles passavam esmolando por pequenas amostras que não tinham dinheiro para comprar. Curiosamente, cada vez que Marie removia mais dos elementos conhecidos, os que lhe sobrava de pechblenda era sempre mais radioativo do que antes.</p>
<p>O que deveria ter levado semanas arrastou-se em longos meses devido às condições horríveis de trabalho. Em março de 1901, a pechblenda finalmente abriu mão de seus segredos. Marie tinha encontrado não um, mas dois novos elementos radioativos: <em>polonium</em> (que ganhou este nome para homenagear a Polônia, seus país de origem) e o <em>radium</em> (assim chamado porque era, de longe, o elemento radioativo jamais descoberto). Marie apresentou um minúsculo exmplo de puro sal de rádio. Pesava 0,0035 onças, cerca de 0,10 gramas, mas era um milhão de vezes mais radioativo que o urânio.</p>
<p>Como ainda se desconheciam os perigos da radiação, Marie e Pierre foram perseguidos por problemas de sáude. Dores e grande sofrimento físico. Mãos cobertas de úlceras. Contínuas recaídas de doenças sérias, como pneumonia. Um cansaço interminável. Infelizmente, a radiação que Marie tinha estudado a vida inteira a matou em 1934.</p>
<p>Uma curiosidade é que de um total de 723 prêmios Nobel outorgados até o ano de 2005 apenas 34 foram concedidos à mulheres, e Marie Curie não só foi a primeira mulher a ganhar um Nobel como também foi uma das quatro pessoas que o recebeu duas vezes.</p>
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		<title>Nasa acha molécula orgânica em planeta fora do Sistema Solar</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores da Nasa anunciaram a descoberta de química básica para a vida em um segundo e novo planeta quente e gasoso, muito distante do nosso Sistema Solar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>O anúncio da pesquisa também informa que isso permite aos astrônomos avançar quanto a identificar planetas onde a vida possa existir.</p>
<p>O planeta, que leva o nome de HD 209458b, não é habitável, mas possui a mesma química que, se encontrada em um planeta rochoso no futuro, pode indicar a presença de vida.</p>
<blockquote><p>&#8220;É o segundo planeta fora do nosso Sistema Solar em que água, metano e dióxido de carbono foram encontrados &#8211;elementos importantes para processos biológicos em planetas habitáveis&#8221;, disse o pesquisador Mark Swain, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. &#8220;A descoberta de componentes orgânicos nos dois exoplanetas já traz a possibilidade de que será corriqueiro encontrar planetas com moléculas que podem ser vinculadas à vida.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Os pesquisadores usaram dados de dois observatórios em órbita: os telescópios espaciais Hubble e Spitzer, para estudar o HD 209458b &#8211;que, além de quente e gasoso, é gigante (maior do que Júpiter) e orbita em uma estrela semelhante ao Sol por volta de 150 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Pegasus.</p>
<p><strong>Sequencial</strong></p>
<p>A descoberta segue a uma outra, ocorrida em dezembro de 2008, que mostrou a presença de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) em outro planeta do tamanho de Júpiter, o HD 189733b. Observações anteriores do Hubble e do Spitzer também tinham revelado que o planeta contém água em vapor e metano.</p>
<p>Para rastrear as moléculas orgânicas, a Nasa usou espectroscópios, instrumentos que dividem a luz em componentes para mostrar a &#8220;assinatura&#8221; de diferentes elementos químicos. Dados da câmera infravermelha do Hubble e do espectrômetro de multiobjetos mostraram a presença de moléculas, e dados do fotômetro e do espectrômetro infravermelho do Spitzer mediram as respectivas quantidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Isso demonstra que nós podemos identificar as moléculas importantes nos processos de vida&#8221;, disse Swain. Os astrônomos podem, a partir de agora, comparar as duas atmosferas de ambos os planetas, pelas diferenças e similaridades. Por exemplo: as quantidades de água e dióxido de carbono relativas a ambos os planetas são similares, mas o planeta HD 209458b mostra ter metano em abundância, quando comparado com o HD 189733b. &#8220;A alta abundância de metano está nos dizendo alguma coisa&#8221;, disse Swain. &#8220;Pode significar que houve algo especial sobre a formação deste planeta.&#8221;</p>
</blockquote>
<blockquote><p>&#8220;A detecção de compostos orgânicos não significa necessariamente que há vida em um planeta, porque existem outras formas para a geração destas moléculas&#8221;, disse Swain. &#8220;Se detectamos compostos químicos orgânicos em um planeta rochoso como a Terra, nós vamos entender o suficiente sobre o planeta para descartar processos sem vida que poderiam ter conduzido os elementos químicos até lá.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Fonte: Folha Online</p>
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