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	<title>Quimicalizando &#124; O seu blog de quimica &#187; descoberta</title>
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	<description>O quimicalizando é um blog científico voltado à quimica geral</description>
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		<title>Brasil também fará parte do Acelerador de Partículas</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 17:11:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasil também ira fazer parte dos países que aderiram ao programa do maior experimento da Física, o Acelerador de Partículas. O Projeto custará R$ 18 milhoes de reais por ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern) vai cobrar US$ 10 milhões (R$ 18 milhões) por ano para que o Brasil possa fazer parte do maior experimento da Física, o <strong>Grande Colisor de Hádrons (LHC)</strong>. O projeto oficial de adesão brasileira será apresentado em junho. Ao lado da Índia, o Brasil poderá estar entre os primeiros países emergentes a se unir oficialmente ao projeto.</p>
<p>John Ellis, diretor de cooperação do Cern, revelou que uma proposta está sendo redigida no momento pela entidade, que busca sua internacionalização e não quer mais ser vista apenas como uma organização europeia e norte-americana. &#8220;Tivemos uma reunião há uma semana no conselho do Cern e ficou decidido que faríamos uma proposta concreta ao Brasil&#8221;, disse Ellis.</p>
<p>Segundo ele, a contribuição brasileira será baseada no Produto Interno Bruto (PIB) do País. Mesmo assim, representaria apenas 1% do orçamento do centro europeu. Atualmente, a entidade tem um orçamento de US$ 1 bilhão, grande parte financiada por alemães, franceses, norte-americanos e ingleses.</p>
<p>No fim de 2009, o Ministério de Ciência e Tecnologia iniciou um processo de aproximação do Cern, que poderá ser concluído em 2010. Ellis, porém, não exclui que o valor e a modalidade da adesão sejam alvos de uma negociação. Segundo ele, a entrada oficial do Brasil no experimento poderia trazer pelo menos três vantagens ao País.</p>
<p>A primeira é que empresas nacionais de tecnologia poderiam participar de licitações para vender suas peças e equipamentos &#8211; o Cern é hoje um dos maiores compradores de tecnologia no mundo. Em segundo lugar, o Cern abriria suas portas para a contratação de físicos brasileiros. Para completar, o Brasil poderia ter voz e voto nas decisões futuras em relação às pesquisas.</p>
<p>Fonte: <strong>O Estado de S. Paulo</strong>.</p>
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		<title>Acelerador de Partículas bate recorde em colisões</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 17:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O maior acelerador de partículas do mundo estabeleceu hoje um novo recorde para colisões de alta energia, chegando a 7 teraelétrons volts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O maior acelerador de partículas do mundo estabeleceu hoje um novo recorde para colisões de alta energia, chegando a 7 teraelétrons volts. O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) conseguiu colidir dois feixes de prótons a uma velocidade três vezes maior que o recorde anterior. Projeto de US$ 10 bilhões, o LHC realiza as colisões de feixes de prótons como parte de uma ambiciosa experiência que busca revelar detalhes sobre micropartículas e microforças teóricas.</p>
<p>A ideia é que esses testes ajudem a lançar luz sobre as origens do universo, além de responder a importantes questões da Física. As colisões representam uma nova era na ciência para os pesquisadores que trabalham no LHC, que fica sob a fronteira entre Suíça e França e faz parte do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern).</p>
<p>Os pesquisadores na sala de controle do Cern aplaudiram quando as primeiras coalizões bem-sucedidas ocorreram. Vários cientistas pelo mundo acompanham os trabalhos. O LHC foi lançado com pompas em 10 de setembro de 2008, mas apresentou problemas nove dias depois. Os reparos e as melhorias custaram US$ 40 milhões, até que o aparelho voltou a operar no fim de novembro.</p>
<p>Porém, as colisões causaram temor em algumas pessoas, que temiam riscos para o planeta por causa da criação de pequenos buracos negros &#8211; versões subatômicas de estrelas que entram em colapso gravitacional -, cuja gravidade é tão forte que eles podem sugar planetas e outras estrelas. O Cern e muitos cientistas rechaçam qualquer ameaça à Terra ou às pessoas, afirmando que esses buracos negros seriam tão fracos que se desfariam quase logo após serem criados, sem causar problemas.</p>
<p>A energia extra obtida no LHC europeu deve revelar dados sobre algumas questões ainda não respondidas na Física de partículas, como a existência da antimatéria e a busca pelos bósons de Higgs, uma partícula hipotética que, segundo cientistas, daria massa a outras partículas e, com isso, para outros objetos e criaturas no universo.</p>
<p>Os cientistas também esperam analisar, em escala mínima, o que ocorreu nos segundos após o Big Bang, que segundo eles foi o momento de criação do universo, cerca de 14 bilhões de anos atrás.</p>
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		<title>Cientistas afirmam que condições do Big Bang serão recriadas</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 17:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas afirmam que o acelerador de partículas realmente poderá (e vai) criar as condições que criaram o Big Bang.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O maior experimento científico do mundo</strong> vai procurar a partir de 30 de março colidir partículas no nível mais alto de energia já tentado, recriando as condições presentes no momento do &#8220;Big Bang&#8221;, que teria marcado o nascimento do universo, 13,7 bilhões de anos atrás.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O Grande Colisor de Hádrons (LHC)</strong></span>, situado em um túnel subterrâneo circular de 27 quilômetros de extensão sob a fronteiro franco-suíça, começou a circular partículas em novembro passado, depois de ser fechado em setembro de 2008 devido a superaquecimento.</p>
<p>No momento, raios gêmeos estão circulando a 3,5 tera-eletron volts (TeV), a energia mais alta já alcançada, e vão acelerar nos próximos dias, segundo o Conselho Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN).</p>
<p>&#8220;A primeira tentativa de realizar colisões a TeV (3,5 TeV em cada raio) está programada para 30 de março&#8221;, disse o CERN em comunicado nesta terça-feira.</p>
<p>O diretor-geral do CERN, Rolf Heuer, afirmou: &#8220;Pode levar horas ou até dias para conseguirmos colisões&#8221;.</p>
<p>As colisões múltiplas a 7 TeV vão cada uma criar Big Bangs em miniatura, produzindo dados que milhares de cientistas passarão anos futuros analisando.</p>
<p>&#8220;O simples alinhamento dos raios já é um desafio por si só. É um pouco como disparar agulhas de lados opostos do Atlântico e conseguir que colidam na metade do caminho&#8221;, disse Steve Myers, diretor de aceleradores e tecnologia do CERN.</p>
<p>Uma vez estabelecidas as colisões em alta velocidade, o plano é continuar operando continuamente por 18 a 24 meses, com uma curta pausa técnica no final de 2010, disse o CERN.</p>
<p>De acordo com representantes do conselho, é possível que seja detectada matéria escura, que os cientistas acreditam que compõe 25% do universo mas cuja existência nunca foi comprovada.</p>
<p>Astrônomos e físicos dizem que apenas 5% do universo é conhecido hoje e que o restante invisível consiste de matéria escura e energia escura, que compõem respectivamente 25% e 70% do universo.</p>
<p>&#8220;Se conseguirmos detectar e entender a matéria escura, nosso conhecimento vai se ampliar para abranger 30% do universo, o que seria um avanço enorme&#8221;, disse Heuer em coletiva de imprensa no início do mês.</p>
<p>Veja abaixo uma demonstração de como funciona o Acelerador de Partículas.</p>
<p>
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		<title>Hubble confirma matéria escura</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 13:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Telescópia Hubble confirma a existência de matéria escura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma análise feita pelo Telescópio Espacial Hubble confirmou a existência da misteriosa aceleração cósmica – fenômeno causado por forças invisíveis no Universo.</p>
<p>De acordo com a teoria, o Universo que conhecemos, composto de matéria visível, corresponde a apenas 4% de tudo o que há no cosmos.</p>
<p>Já o Universo invisível é composto de matéria escura e energia escura. Apesar de não se saber ao certo o que são esses componentes, astrônomos acreditam que eles existem por causa dos seus efeitos na movimentação de corpos celestes.</p>
<p>Ao observar galáxias, por exemplo, cientistas notam uma diferença entre a gravidade existente e a quantidade de matéria visível – o que os leva a supor que existe algo que não enxergamos, mas que possui massa. Acredita-se que 20% do Universo é composto de matéria escura e, o restante, da chamada energia escura.</p>
<p>Agora, cientistas conseguiram mais uma forte prova da existência desses componentes. Um grupo de astrônomos liderados por Tim Schrabback, do Leiden Observatory, conduziu um estudo com mais de 446 mil galáxias. Todas elas estavam dentro do campo de visão do Cosmological Evolution Survey (COSMOS), a maior pesquisa já feita pelo Hubble.</p>
<p>Considerada uma das mais precisas amostras da diversidade do Universo, a COSMOS fotografou 575 visões ligeiramente sobrepostas da mesma parte espaço e criou como que uma reconstrução em 3D da área.</p>
<p>Além dos dados do Hubble, os pesquisadores usaram observações em terra para estabelecer as distâncias entre 194 mil galáxias. Na nova análise, os astrônomos “pesaram” a distribuição de matéria no espaço.</p>
<p>Todos esses números possibilitaram cálculos detalhados que confirmaram: o universo é acelerado por um componente adicional, misterioso – ou seja, a energia escura.</p>
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		<title>A Descoberta da Radioatividade</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 17:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A descoberta de Marie Curie de dois elementos naturalmente radioativos, o polônio e o rádio, foi notícia de manchete, mas a sua grande descoberta mesmo foi que os átomos não eram bolas sólidas e que deviam existir partículas menores dentro deles. Esta descoberta abriu caminho para todas as pesquisas atômicas e subatômicas e mesmo para a fissão nuclear.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marie_Curie" target="_blank">Marie Curie</a> sobre a radioatividade são considerados um dos grandes momentos decisivos da ciência. A física depois de Curie ficou completamente diferente do que era antes, quando convergia para o mundo subatômico desconhecido. Ela abriu as portas que permitiram a entrada &#8220;dentro&#8221; do átomo e levou aos maiores progressos da física do século XX.</p>
<p><strong>Mas como foi esta descoberta? </strong></p>
<div id="attachment_1818" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/marie-curie.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1818" title="Marie Curie" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/marie-curie-150x150.jpg" alt="Marie Curie" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Marie Curie</p></div>
<p>Em 1896, Marie Curie resolveu completar sua tese de doutorado em um campo inteiramente novo: radiação. Era empolgante. Algo que ninguém nunca tinha visto ou estudado antes. Os cientistas sabiam que radiação carregada eletricamente enchia o ar ao redor do urânio, mas não se sabia muito mais do que isso. Marie usou um aparelho que seu marido, o professor Pierre Curie, tinha inventado para detectar cargas elétricas ao redor de amostras de minerais. Ela deu ao processo o nome de <em><strong>radioatividade</strong></em> e concluiu que era emitida de dentro de um átomo de urânio.</p>
<p>Como os Curie não tinham dinheiro para cobrir as despesas das pesquisas dela, e como a universidade se recusava a fornecer recursos para uma mulher recém-formada fazer pesquisas, Marie conseguiu a muito custo um lugar para instalar seu laboratório. Descobriu um barração abandonado que tinha sido usado pelo departamento de biologia para guardar cadáveres.</p>
<p>Em 1898, Marie ganhou um intrigante minério de urânio chamado <em>pechblenda</em>, que seus testes demonstraram emitir mais radioatividade do que se podia esperar da quantidade de urânio que continha. Ela concluiu que devia haver outra substância dentro da pechblenda para emitir radiação a mais.</p>
<div id="attachment_1816" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/pechblenda.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1816" title="pechblenda" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/03/pechblenda-150x150.jpg" alt="fragmento de pechblenda" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">fragmento de pechblenda</p></div>
<p>Ela começou com testes de 3.5 onças de pechblenda. Planejou remover todos os metais conhecidos para que no final só restasse este elemento novo, altamente ativo. Ela tritutou o minério com pilão num almofariz, passou numa peneira, dissolveu em ácido, ferveu para eliminar o líquido, filtrou, destilou e por fim o eletrolisou.</p>
<p>Nos próximos seis meses, Marie e seu marido, Pierre, <strong>isolaram quimicamente e testaram cada um dos 78 elementos químicos</strong> conhecidos para ver se os miteriosos raios radiotivos fluíam de qualquer outra substância que não fosse urânio. A maioria do tempo eles passavam esmolando por pequenas amostras que não tinham dinheiro para comprar. Curiosamente, cada vez que Marie removia mais dos elementos conhecidos, os que lhe sobrava de pechblenda era sempre mais radioativo do que antes.</p>
<p>O que deveria ter levado semanas arrastou-se em longos meses devido às condições horríveis de trabalho. Em março de 1901, a pechblenda finalmente abriu mão de seus segredos. Marie tinha encontrado não um, mas dois novos elementos radioativos: <em>polonium</em> (que ganhou este nome para homenagear a Polônia, seus país de origem) e o <em>radium</em> (assim chamado porque era, de longe, o elemento radioativo jamais descoberto). Marie apresentou um minúsculo exmplo de puro sal de rádio. Pesava 0,0035 onças, cerca de 0,10 gramas, mas era um milhão de vezes mais radioativo que o urânio.</p>
<p>Como ainda se desconheciam os perigos da radiação, Marie e Pierre foram perseguidos por problemas de sáude. Dores e grande sofrimento físico. Mãos cobertas de úlceras. Contínuas recaídas de doenças sérias, como pneumonia. Um cansaço interminável. Infelizmente, a radiação que Marie tinha estudado a vida inteira a matou em 1934.</p>
<p>Uma curiosidade é que de um total de 723 prêmios Nobel outorgados até o ano de 2005 apenas 34 foram concedidos à mulheres, e Marie Curie não só foi a primeira mulher a ganhar um Nobel como também foi uma das quatro pessoas que o recebeu duas vezes.</p>
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		<title>Nasa acha molécula orgânica em planeta fora do Sistema Solar</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisadores da Nasa anunciaram a descoberta de química básica para a vida em um segundo e novo planeta quente e gasoso, muito distante do nosso Sistema Solar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O anúncio da pesquisa também informa que isso permite aos astrônomos avançar quanto a identificar planetas onde a vida possa existir.</p>
<p>O planeta, que leva o nome de HD 209458b, não é habitável, mas possui a mesma química que, se encontrada em um planeta rochoso no futuro, pode indicar a presença de vida.</p>
<blockquote><p>&#8220;É o segundo planeta fora do nosso Sistema Solar em que água, metano e dióxido de carbono foram encontrados &#8211;elementos importantes para processos biológicos em planetas habitáveis&#8221;, disse o pesquisador Mark Swain, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. &#8220;A descoberta de componentes orgânicos nos dois exoplanetas já traz a possibilidade de que será corriqueiro encontrar planetas com moléculas que podem ser vinculadas à vida.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Os pesquisadores usaram dados de dois observatórios em órbita: os telescópios espaciais Hubble e Spitzer, para estudar o HD 209458b &#8211;que, além de quente e gasoso, é gigante (maior do que Júpiter) e orbita em uma estrela semelhante ao Sol por volta de 150 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Pegasus.</p>
<p><strong>Sequencial</strong></p>
<p>A descoberta segue a uma outra, ocorrida em dezembro de 2008, que mostrou a presença de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>) em outro planeta do tamanho de Júpiter, o HD 189733b. Observações anteriores do Hubble e do Spitzer também tinham revelado que o planeta contém água em vapor e metano.</p>
<p>Para rastrear as moléculas orgânicas, a Nasa usou espectroscópios, instrumentos que dividem a luz em componentes para mostrar a &#8220;assinatura&#8221; de diferentes elementos químicos. Dados da câmera infravermelha do Hubble e do espectrômetro de multiobjetos mostraram a presença de moléculas, e dados do fotômetro e do espectrômetro infravermelho do Spitzer mediram as respectivas quantidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Isso demonstra que nós podemos identificar as moléculas importantes nos processos de vida&#8221;, disse Swain. Os astrônomos podem, a partir de agora, comparar as duas atmosferas de ambos os planetas, pelas diferenças e similaridades. Por exemplo: as quantidades de água e dióxido de carbono relativas a ambos os planetas são similares, mas o planeta HD 209458b mostra ter metano em abundância, quando comparado com o HD 189733b. &#8220;A alta abundância de metano está nos dizendo alguma coisa&#8221;, disse Swain. &#8220;Pode significar que houve algo especial sobre a formação deste planeta.&#8221;</p>
</blockquote>
<blockquote><p>&#8220;A detecção de compostos orgânicos não significa necessariamente que há vida em um planeta, porque existem outras formas para a geração destas moléculas&#8221;, disse Swain. &#8220;Se detectamos compostos químicos orgânicos em um planeta rochoso como a Terra, nós vamos entender o suficiente sobre o planeta para descartar processos sem vida que poderiam ter conduzido os elementos químicos até lá.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Fonte: Folha Online</p>
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		<title>Como surgiu o palito de Fósforo?</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/curiosidades/como-surgiu-o-palito-de-fosforo</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 14:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A descoberta do fósforo dá-se a Henning Brand, quando encheu um balde com a própria urina e aguardou alguns dias para ver se esta endurecia (e se transformava em ouro). O resultado foi um líquido cheio de placas brancas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>químico </strong>alemão Henning   Brand, em 1669, perseguia a transformação de   <strong>metal</strong> em <strong>ouro</strong>. Percebeu que a urina era amarelada, como o ouro. Pensou que se as cores são parecidas, as <strong>substâncias</strong> poderiam ser. Encheu um balde com a própria urina e aguardou alguns dias para ver se esta endurecia. O resultado foi um líquido cheio de placas brancas. Resolveu levar a substância ao fogo para ver o que  aconteceria. Descobriu um <strong>elemento químico</strong> sólido branco que pegava fogo em contato com o ar. <strong>O oxigênio provocava a combustão</strong>. A descoberta foi chamada de   <strong>fósforo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos experimentadores começaram a testar a substância descoberta por   Brand. Em 1827 o químico inglês John Walder misturou o<strong> fósforo</strong> a outros elementos e colou a mistura em palitos de madeira. Riscando o palito obtinhas-se fogo. A mistura, no entanto, era muito volátil e a caixinha ficando exposta ao sol incendiava-se em minutos, o que causava transtorno e poderia produzir incêndios.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente em 1855 o sueco Johan Edvard Lundstrom usou um tipo de<strong> fósforo </strong>vermelho descoberto pouco tempo antes e menos perigoso que o anterior. O pesquisador tornou o apetrecho mais seguro ao instalar o<strong> fósforo </strong>em uma faixa na<strong> lateral da caixinha</strong> e na cabeça do palito fixou uma substância oxidante (que fornece o oxigênio).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas como funciona a combustão do palito?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um fósforo começa a queimar pela cabeça por causa do mix de <strong>substâncias </strong>que ela tem: a parte vermelha é o <strong>clorato de potássio</strong>, que libera bastante oxigênio para manter a chama acesa. Revestindo a cabeça, uma camada de parafina serve como combustível para alimentar a chama</p>
<p style="text-align: justify;">A caixinha, por sua vez, tem areia e pó de vidro, para gerar atrito, e <strong>fósforo</strong> (sim, o fósforo fica na caixinha.) para produzir calor intenso. Quando a gente risca o palito na caixinha, esse trio de substâncias ajuda a produzir uma pequena faísca</p>
<p style="text-align: justify;">Em contato com o palito, a faísca queima o <strong>clorato de potássio</strong>, que libera uma grande quantidade de oxigênio. Esse oxigênio reage com a parafina que reveste o palito. Essa combinação gera uma chama que consome a madeira do palito por mais ou menos 10 segundos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Descoberta de um Novo Elemento Químico</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 14:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[chemistry]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta]]></category>
		<category><![CDATA[elemento]]></category>
		<category><![CDATA[elemento quimico]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>
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		<description><![CDATA[A IUPAC (International Union of Pure and Apllied Chemistry) anunciou a descoberta de um novo elemento químico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>IUPAC (<em>International Union of Pure and Apllied <!– google_ad_section_start –>Chemistry<!– google_ad_section_end –>) </em></strong>anunciou a descoberta de um novo <strong>elemento químico</strong>, o <strong>elemento</strong> de número atômico 112.</p>
<p>O nome do <strong>elemento</strong> será Copernício em homenagem ao Astrônomo Nicolau Copérnico.</p>
<p>Quem quizer dar uma olhada no documento (em inglês) é só clicar <a href="http://media.iupac.org/publications/pac/2009/pdf/8107x1331.pdf" target="_blank">aqui.</a></p>
<p>Mais uma descoberta para a <!– google_ad_section_start –><strong>química</strong><!– google_ad_section_end –> e um avanço para a <strong>ciência.</strong></p>
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