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	<title>Quimicalizando &#124; tudo sobre Quimica &#187; Química Geral</title>
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		<title>Isótopos, o que são?</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 12:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Geral]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta]]></category>
		<category><![CDATA[elementos químicos]]></category>
		<category><![CDATA[isótopos]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>
		<category><![CDATA[radioatividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Átomos Isótopo, o que são, como foi descoberto e qual a sua diferença dos átomos dos elementos químicos comuns.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Isótopos de um elemento são formas ligeiramente diferentes daquele elemento. Os isótopos têm as mesmas propriedades químicas, físicas e elétricas do elemento original, mas têm um número diferente de nêutrons no seu núcleo. A descoberta dos isótopos criou uma nova dimensão de um novo conceito para a física e a química.</p>
<p>Esta descoberta veio responder a problemas intrigantes que tinham colocado numa posição difícil os físicos pesquisadores que estavam estudando <a title="A Descoberta da Radioatividade" href="http://www.quimicalizando.com/curiosidades/a-descoberta-da-radioatividade/">elementos radioativos</a>. O estudo dos isótopos se tornou uma chave fundamental para o desenvolvimento do poder e das armas atômicas. Os isótopos são também importantes para a geologia, desde a datação pelo carbono a outras técnicas de datação das rochas, todas dependem das relações de isótopos específicos.</p>
<p>Esta única descoberta removeu barricadas para o progresso científicos, abriu novos campos para a pesquisa da física e da química e forneceu ferramentas indispensáveis para a pesquisa da ciência.</p>
<p>Os isótopos são muito mais importantes do que pensamos. Cada rocha antiga, fóssil, restos humanos ou plantas jamais datados o foram usando isótopos de vários elementos. Os isótopos criam radioatividade natural. A <a title="Como funciona uma bomba atômica?" href="http://www.quimicalizando.com/curiosidades/como-funciona-uma-bomba-atomica/">bomba atômica</a> usa um isótopo de urânio.</p>
<p>Como foi a descoberta do Isótopo?</p>
<p>Em 1913,o química inglês Frederick Soddy e o químico americano Theodore William Richard descobriram duas massas atômicas diferentes parao chumbo. Quase ao mesmo tempo, Thomson, descobriu massas atômicas diferentes para o neônio.</p>
<p>Apesar de terem massas atômicas diferentes, os átomos apresentavam as mesmas propriedades químicas, comprovando ser de um mesmo elemento. Apenas as propriedades físicas que se relacionavam com a massa eram diferentes.</p>
<p>Deu-se a esse fenômeno o nome de isotopia e ao átomos de um mesmo elemento químico que apresentavam massas atômicas diferentes chamou-se isótopos (do grego ísos, mesmo, e tópos, lugar, em referência ao fato de ocuparem o mesmo lugar na <a title="Tabelas Periódicas dos Elementos" href="http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/tabelas-periodicas-dos-elementos/">tabela periódica dos elementos</a>).</p>
<p>A isottopia ficou sem explicação até 1932, quando o físico James Chadwick solucionou a questão, descobrindo uma nova parícula nuclear, produzida como consequência do bombardeamento de berílio com partículas alfa.</p>
<p>A partícula descoberta por Chadwick tinha massa praticamente igual à massa do próton e não tinha carga elétrica, sendo por esta razão denominada nêutron. Os nêutrons explicam não apenas a diferença de massas atômicas (e, consequentemente, a diferença nas propriedades físicas) dos isótopos, como também a igualdade no seu comportamento químico, já que isso é função das cargas elétricas existentes nos átomos. Verificou-se nessa época que as partículas alfa possuem 2 prótons  e 2 nêutrons.</p>
<p>Praticamente todos os elementos químicos possuem isótopos, naturais e/ou artificiais (obtidos pelo bombardeamento de núcleos atômicos com partículas aceleradas).</p>
<p>Podemos definir então que:</p>
<div class="woo-sc-box info   full">Átomos Isótopos possuem o mesmo número de prótons e diferente número de nêutrons.</div>
<p>Apenas os isótopos do elemento químico Hidrogênio possuem nomes próprios, os demais são diferenciados apenas pelo número de nêutrons e, portanto, pela massa: H: prótio ou hidrogênio comum, <sup>2</sup>H: deutério ou hidrogênio pesado e <sup>3</sup>H: trítio ou hidrogênio superpesado.</p>
<p><img class="size-full wp-image-3354 aligncenter" title="isotopos-hidrogenio" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/isotopos-hidrogenio.jpg" alt="Isótopos de Hidrogênio" width="516" height="258" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Princípios fundamentais da Química Orgânica – III</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/quimica-organica/principios-fundamentais-da-quimica-organica-iii/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 11:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[fórmulas estruturais]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como simplificar fórmulas estruturais de compostos orgânicos e classificar carbonos e outros compostos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><img class="size-medium wp-image-3318 aligncenter" title="quimica-organica-cadeia" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/quimica-organica-cadeia-300x203.jpg" alt="quimica-organica-cadeia" width="300" height="203" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Simplificações para Fórmulas Estruturais</h1>
<p>Às vezes a fórmula estrutural plana de um composto orgânico pode se tornar muito grande e complexa se representarmos todas as ligações entre os átomos. Por esta razão é comum simplificarmos as fórmulas não mostrando algumas ligações, colocando-se apenas um átomo ao lado do outro.</p>
<p>Também é possível representar a cadeia carbônica por linhas em ziguezague formando vértices. Cada vértice indica um átomo de carbono.</p>
<p>Os átomos de hidrogênio que se encontram ligados aos átomos de carbono não são representados, pois é preceito preestabelecido que as ligações de carbono que estiverem faltando estão sendo feitas com hidrogênio.</p>
<p>Apenas átomos diferentes de carbono e hidrogênio são representados por seus símbolos e são ligados à cadeia carbônica por uma linha menor do que aquela que forma o ziquezague.</p>
<p>As ligações duplas e triplas são representadas normalmente.</p>
<p>Observe alguns exemplos:</p>
<p><img class="size-full wp-image-3251 aligncenter" title="exemplos_formulas_estruturais" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/exemplos_formulas_estruturais.jpg" alt="exemplos formulas estruturais" width="480" height="300" /></p>
<p>Em compostos cuja molécula apresenta cadeia cíclica podemos levar simplificar desenhando apenas a forma geométrica da cadeia tendo em vista as seguintes considerações:</p>
<p>Cada vértice da figura geométrica representa um átomo de carbono, e alinha entres os vértices, o tipo de ligação. Se há um aligação dupla entre os àtomos de carbono no ciclo, ela deve ser representada por uma linha dupla.</p>
<div class="woo-sc-box info   full">Átomos de hidrogênio não precisam ser representados, pois fica implícito que as ligações que faltam estão sendo feitas com hidrogênio.</div>
<p>Outros átomos, ou grupos de átomos diferentes de hidrogênio, devem ser representados com suas respectivas ligações.</p>
<h2>Classificação de Carbonos sp<sup>3</sup></h2>
<p><span style="font-size: small;">A classificação de determinado átomo de carbono sp<sup>3</sup> (que faz 4 ligações simples) em uma cadeia carbônica apresenta como único critério o número de carbonos que estão ligados a ele.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Assin temos:</span></p>
<div class="shortcode-unorderedlist green-dot"></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<ul>
<li><strong>Carbono Primário (P)</strong><br />É o átomo de carbono que está ligado a um único outro átomo de carbono;</li>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Carbono Secundário (S)</strong><br />É o átomo de carbono que está ligado a dois outros átomos de carbono; </li>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Carbono Terciário (T)</strong><br />É o átomo de carbono que está ligado a três outros átomos de carbono; </li>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Carbono Quaternário (Q)</strong><br />É o átomo de carbono que está ligado a quatro outros átomos de carbono</li>
</ul>
<p></div>

<p>Veja abaixo uma imagem ilustrando a classificação dos carbonos:</p>
<p><img class="size-full wp-image-3311 aligncenter" title="classificacao do carbono" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/classificacao-do-carbono.jpg" alt="classificacao do carbono" width="281" height="205" /></p>
<h2>Classificação de compostos</h2>
<p>É comum classificar os compostos orgânicos num dos seguintes grupos:</p>
<div class="shortcode-unorderedlist green-dot"></p>
<ul>
<li><strong>Compostos Aromáticos</strong><br />Os principais são os que apresentam pelo menos um núcleo ou anel aromático, ou seja, um núcleo de benzeno;</li>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Compostos Heterocíclicos</strong><br />Apresentam cadeia carbônica fechada com um átomo diferente de carbono entre dois carbonos; </li>
<p>&nbsp;</p>
<li><strong>Compostos Alifáticos</strong><br />São todos os demais compostos, excluindo os dos itens acima (aromáticos ou heterocíclicos).</li>
</ul>
<p></div>

<p>Finalizamos aqui os princípios mais básicos da Química Orgânica, para ver a parte 1 e 2 clique nos links abaixo:</p>
<p><a title="Princípios fundamentais da Química Orgânica – II" href="http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/quimica-organica/principios-fundamentais-da-quimica-organica-%e2%80%93-ii/">Princípios fundamentais da Química Orgânica – II</a><br /><a title="Princípios fundamentais da Química Orgânica – I" href="http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/quimica-organica/principios-fundamentais-da-quimica-organica-i/">Princípios fundamentais da Química Orgânica – I</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Princípios fundamentais da Química Orgânica – II</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 12:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância]]></category>

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		<description><![CDATA[Se uma molécula que possui ligações covalentes do tipo r pode ser representada por duas ou mais fórmulas estruturais diferentes apenas se trocando a(s) ligação(ões) r de lugar e se, experimentalmente, for constatado que a estrutura real da molécula é intermediária às formas esperadas teoricamente, conclui-se que a substância sofre ressonância.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><h2>O que é Ressonância</h2>
<p>Se uma molécula que possui ligações covalentes do tipo <em>r </em>pode ser representada por duas ou mais fórmulas estruturais diferentes apenas se trocando a(s) ligação(ões) <em>r</em> de lugar e se, experimentalmente, for constatado que a estrutura real da molécula é intermediária às formas esperadas teoricamente, conclui-se que a substância sofre ressonância.</p>
<div class="woo-sc-box info   full">Ressonância é a deslocalização constante e permanente dos elétrons das ligações do tipo <em>r</em> em uma molécula</div>
<p>Considere, por exemplo, a molécula de benzeno, C<sub><span style="font-size: x-small;">6</span></sub>H<sub><span style="font-size: x-small;">6</span></sub>, cuja fórmula estrutural pode ser representada por uma das seguintes maneiras:</p>
<p><img class="size-full wp-image-3193 aligncenter" title="benzeno" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/benzeno.jpg" alt="benzeno" width="285" height="131" />Essas estruturas, denominadas <strong>formas canônicas</strong> do benzeno, embora representem adequadamente a molécula, não possuem existência física real.</p>
<p>Experimentalmente, verifica-se que o benzeno é na verdade um <strong>híbrido de ressonância</strong> dessas duas formas canônicas.</p>
<p>O fenômeno da ressonância pode ser confirmado pela técnica de difração com raios X, que consiste basicamente no seguinte: um feixe de raios X atravessa uma amostra de uma substância simples cristalina que contém átomos ou íons de um único elementos químico (por exemplo, carbono diamante ou carbono grafita). Esses átomos ou íons provocam um desvio na trajetória do feixe de raios X que incide sobre eles. O desvio é registrado numa chapa fotográfica. Essa imagem permite perceber a posição dos núcleos do átomos no material e a distância (d) que há entre eles, assim como os ângulos entre as ligações que os mantêm juntos.</p>
<p>Utilizando-se esse recurso, mede-se o comprimento da ligação (distância entre os núcleos de dois átomos ligados) dos carbonos.</p>
<div class="woo-sc-box info   full">Quando dois átomos de carbono fazem uma ligação simples, essa ligação mede 1,54 A.</p>
<p>Quando dois átomos de carbono fazem uma ligação dupla, essa ligação mede 1,34A</p>
<p>No benzeno, verifica-se que todas as ligações têm o mesmo comprimento: 1,40, ist é, as ligações são iguais entre si e intermediárias entre a simples e a dupla devido à ressonância dos elétrons <em>r</em>.</div>
<p>Assim, o modelo mais fiel à estrutura da molécula de benzeno, de acordo com os dados experimentais, é representado a seguir, o círculo tracejado indica o movimento contínuo e deslocalizado dos elétrons<em> r</em> dos átomos de carbono.</p>
<p><img class="size-full wp-image-3199 aligncenter" title="molecula benzeno" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/images.jpg" alt="molecula benzeno" width="293" height="172" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Princípios fundamentais da Química Orgânica &#8211; I</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 20:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira os princípios da Química Orgânica e saiba como ela surgiu, que cientista a descobriu e como ele vez a descoberta, o que ela engloba e muito mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><img class="size-full wp-image-3184 aligncenter" title="Kekule" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/Kekule.jpg" alt="Kekule" width="320" height="196" /></p>
<div id="attachment_3154" class="wp-caption alignright" style="width: 146px"><img class="size-full wp-image-3154 " style="margin: 10px;" title="Torbern Olof Bergman" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/Torbern-Olof-Bergman.jpg" alt="Químico Torbern Olof Bergman" width="136" height="168" /><p class="wp-caption-text">Torbern Olof Bergman</p></div>
<p>A primeira separação da Química em Inorgânica e Orgânica ocorreu porvolta de 1777 pelo químico Torbern Olof Bergman, e ficou constituído como:</p>
<div class="shortcode-unorderedlist green-dot"></p>
<ul>
<li>Química Inorgânica é a parte da Química que estuda os compostos extraídos dos minerais.</li>
<p>&nbsp;</p>
<li>Química Orgânica é a parta da Quimica que estuda os compostos extraídos  dos seres vivos, mais precisamente cadeias que contém o carbono.</li>
</ul>
<p></div>

<p>Com base nessa definição, Jöns Jacob Berzelius formulou a teoria da força vital, ou vitalismo, no qual os compostos necessitavam de uma força maior para serem sintetizados, por isso o nome força vital, ele acredita que essa força maior era a força da vida. Em 1828 Friedrich öhler, aluno de Berzelius, conseguiu sintetizar em laboratório a uréia (CO(NH<span style="font-size: x-small;">2</span>)<span style="font-size: xx-small;">2(s)</span> pelo simples aquecimento de um composto inorgânico extraídode minerais, o cianto de amônio NH<span style="font-size: x-small;"><sub>4</sub></span>OCN<sub><span style="font-size: x-small;">(s)</span>.</sub></p>
<p>Após os cientistas perceberem que a definição de Torbern Olof Bergman para Quimica Orgânica não era adequada, o químico Friedrich August Kekulé percebendo que o a presença constante do carbono em compostos orgânicos propôs a definição que é aceita atualmente:</p>
<div class="woo-sc-box info   full">Química Orgânica é a parte da Química que estuda praticamente todos os compostos do elemento carbono.</div>
<div id="attachment_3159" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-3159" title="Jöns Jacob Berzelius" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/Jöns-Jacob-Berzelius-150x150.jpg" alt="Jöns Jacob Berzelius" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Jöns Jacob Berzelius</p></div>
<p>Sendo assim, a Quimica Inorgânica é a parte da quimica que estuda os compostos dos demais elementos e alguns poucos compostos do elemento carbono, que são denominados compostos de transição, ou seja, compostos que possuem o carbono, mas têm propriedades semelhantes às dos compostos inorgânicos.</p>
<p>Dentre eles podemos citar o gás carbônico CO2, monóxido de carbono CO, cianeto de Hidrogênio HCN e o isocianeto de hidrogênio HCNO.</p>
<p>Com a síntese da uréia, Wöhler deu início a um grande campo de pesquisa, o das sínteses orgânicas. Hoje sãoconhecidos por volta de 7 milhões de compostos orgânicos e apenas 200 mil inorgânicos.</p>
<div class="woo-sc-divider"></div>
<h2>O Postulado de Kekulé</h2>
<p>Entre 1858 e 1861, os químicos Friedrich August Kekulé, Archibald Scot Couper e Alexander M. Betherov, lançaram os três postulados que constituem as bases fundamentais da Química Orgânica.</p>
<div class="woo-sc-box info   full">1º postulado: O carbono é tetravalente.</p>
<p>2º postulado: As 4 ligações simples (do tipo o) de um carbono são iguais.</p>
<p>3º postulado: O carbono e capaz de formar cadeias com outros átomos de carbono.</div>
<div id="attachment_3167" class="wp-caption alignnone" style="width: 265px"><img class="size-full wp-image-3167" title="Friedrich August Kekulé" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2011/08/Friedrich-August-Kekulé.jpg" alt="Friedrich August Kekulé" width="255" height="350" /><p class="wp-caption-text">Friedrich August Kekulé</p></div>
<div class="woo-sc-divider"></div>
<h2>Elementos Organógenos</h2>
<p>Denominam-se elementos organógenos quatro elementos que formem praticamente todos os compostos da Química orgânica: C, H, O e N.</p>
<p>O carbono é tetravalente, o hidrogênio é monovalente, o oxigênio é bivalente e o Nitrogênio trivalente. Além desses elementos, há outros que também formam compostos orgânicos, só que em menor número, como o enxofre (bivalente), o fósforo (trivalente) e os halogênios (monovalentes): cloro, bromo, iodo e flúor.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Conceitos de matéria, energia, pressão, temperatura e calor</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/conceitos-de-materia-energia-pressao-temperatura-e-calor/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 11:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Confira alguns conceitos básicos sobre temperatura, massa, energia e outras grandezas físicas e quimicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Uma das teorias mais aceitas para explicar a origem do universo é a denominada teoria do big-bang.</p>
<p>Segundo essa teoria, o universo teria se originado de uma explosão cósmica ocorrida entre 8 e 20 bilhões de anos atrás. Até então, as estruturas do uiverso, que estava contraído a um limite máximo, concentravam-se num único ponto de temperatura e densidade altíssimas.</p>
<p>Ao explodir esse ponto iniciou a expansão do universo. Calcula-se entre matéria e energia na forma de luz ocorreu um milhão de anos após o big-bang.</p>
<p>Confira a seguir alguns conceitos básicos sobre as  grandezas físicas e quimicas, e alguns conceitos de quimica.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h4><strong><span style="color: #ff6600;">Conceito de Matéria</span></strong></h4>
<p>Tudo que podemos ver e sentir a nossa volta é classificado como matéria e a ausência total de matéria é classificado como vácuo.</p>
<p><strong>Massa é a grandeza física que mede a quantidade de matéria que um corpo ou objeto possui. Como exemplo de matéria temos água, leite, ar, ferro, aço entre muitos outros. Os diferentes tipos de matérias são comumente denominados materiais.</strong></p>
<p>Uma porção limitada de um material qualquer, como um pedaço de madeira, por exemplo, é denomida corpo.</p>
<p>Quando um corpo possui um formato específico que o torna útil para um determinado fim, como uma mesa de madeira, por exemplo, passa a ser denominado objeto.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h4><span style="color: #ff6600;"><strong>Conceito de energia</strong></span></h4>
<p>A existência da matéria depende diretamente da existência de energia.</p>
<p>A palavra energia deriva do grego enégeria, que significa &#8220;força em ação&#8221;.</p>
<p>Todas as ações que nos rodeiam estão relacionadas diretamente à manifestação da energia e suas transformações.</p>
<p>A energia não pode ser vista nem tocada, mas pode ser sentida a todo momento como um elo fundamental que envolve e relaciona tudo que existe no universo. Cientificamente, o conceito de energia está relacionado principalmente à realização de trabalho.</p>
<p>Podemos definir que: <strong>Energia é a grandeza que avalia a capacidade de um sistema realizar trabalho.</strong></p>
<p>Devemos entender como sistema uma parte do universo isolada para estudo, por exemplo, uma queda d&#8217;água. Realizar trabalho significa utilizar uma força (F) para deslocar um corpo de massa (M) por uma determinada distância (S). Assim, podemos definir trabalho (T) realizado como produto da força pelo deslocamento por meio da expressão:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #ff6600;"><span style="font-size: medium;">T = F • S</span></span></strong></p>
<p>A energia pode se manifestar de muitas formas, mas todas elas, em última análise, estão relacionadas a movimento e /ou posição.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h4><strong><span style="color: #ff6600;">Energia Cinética</span></strong></h4>
<p>A força de uma correnteza está relacionada ao deslocameto de uma grande massa de água que ocorre com determinada velocidade.</p>
<p>A massa e a velocidade são grandezas relacionadas diretamente com a energia cinética.</p>
<p>Energia cinética (E<sub>c</sub>) é aquela relacionada ao movimento de um corpo ou objeto e é calculada pelo produto de sua massa (m) por sua velocidade (v) elevada ao quadrado dividido por 2.</p>
<p>Veja a fórmula matemática:</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: medium;">E<sub>c</sub> = (m • v<sup>2</sup>)/2</span></strong></span></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h4><span style="color: #ff6600;"><strong>Energia Potencial</strong></span></h4>
<p>Quando a energia depende da posição, ela é denomindada energia potencial e pode estar relacionada a ação da gravidade, a elasticidade de um corpo ou ainda à eletricidade ou magnetismo.</p>
<p>Energia potencial (E<sub>p</sub>) é aquela armazenada em um corpo ou objeto quando esse é submetido a certas condições, como gravidade (g), elasticidade ou magnetismo. Sua intensidade varia conforme a massa (m) do corpo e sua posição ou altura (h) em relação a um nível de referência.</p>
<p>Expressão matemática:</p>
<p style="text-align: center;">
 <span style="color: #ff6600;"><span style="font-size: medium;"><strong>E<sub>p</sub> = m • g • h</strong></span></span></p>
<p><strong>A energia mecânica, Em de um corpo é a soma de suas energias cinética e potencial.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #ff6600;"><strong>E<sub>m</sub> = E<sub>c</sub> + E<sub>p</sub></strong></span></span></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h4><span style="color: #ff6600;"><strong>Pressão</strong></span></h4>
<p>upeA pressão é a força exercida por uma unidade de srfície.</p>
<p>Um conceito muito importante relacionada à pressão é o de pressão atmosférica:</p>
<p><strong>Pressão atmosférica é a pressão exercida pela atmosfera terrestre em qualquer ponto da mesma e pode ser expressa pela massa da coluna de ar sobre unidade de área, no ponto dado, multiplicada pela aceleração da gravidade do mesmo ponto.</strong></p>
<p>Assim a pressão atmosférica varia conforme a altitude local.</p>
<p>Em quimica é comum utilizar a unidade de pressão em milímetro de mercúrio, mmHg.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h4><span style="color: #ff6600;"><strong>Temperatura</strong></span></h4>
<p>Toda espécie de matéria pode ser dividida em partes muito pequenas que unidas a caracterizam. Essas partes muito pequenas da-se o nome de partículas.</p>
<p>O grau de organização das partículas que constituem a matéria varia desde muito organizado até altamente desorganizado, conforme os valores de energia cinética e potencial que as partículas possuem, o que depende diretamente da temperatura e pressão atmosférica local.</p>
<p>Quanto maior a energia cinética, maior a agitação das partículas. Essa agitação causa a colisão das partículas da matéria entre si e com outros materiais que estejam ao redor, é o que chamamos de agitação térmica.</p>
<p><strong>A temperatura é uma medida de agitação térmica das partículas que constituem a matéria.</strong></p>
<p>Na quimica utiliza-se mais a unidade de medida kelvin (k) e também celsius (C).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<h4><strong><span style="color: #ff6600;">Energia na forma de calor</span></strong></h4>
<p>O calor é uma forma de energia que pode ser diretamente transferida de um corpo para outro se houver diferença de temperatura entre os corpos.</p>
<p>A energia na forma de temperatura sempre flui espontaneamente do corpo de maior temperatura para o de menor temperatura, nunca ao contrário, até que os dois corpos tenham atingido a mesma temperatura.</p>
<p>O calor não existe no corpo antes ou depois da tranferência, somente durante.</p>
<p><strong>O calor é uma energia em trânsito.</strong></p>
<p>A quantidade de calor (Q) cedida ou recebida por um corpo depende da massa (m), da variação de temperatura (delta T) e do calor específico do material (c).</p>
<p>Expressão matemática:</p>
<p style="text-align: center;">
 <span style="font-size: medium;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Q = m • c • deltaT</strong></span></span></p>
<p><strong>Calor e temperatura são duas coisas diferentes</strong>. O calor depende da quantidade de massa do objeto, assim 2 litros de água fervente pode fornecer mais calor do que 1 litro.</p>
<p>Já a temperatura não depende da massa, é apenas uma medida da energia cinética das partículas que constituem o objeto, sendo assim, 2 litros de água fervente possuem a mesma temperatura que 1 litro.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Acetona</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/quimica-organica/acetona/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 14:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[acetona]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>
		<category><![CDATA[quimicalizando]]></category>
		<category><![CDATA[reações química]]></category>
		<category><![CDATA[substâncias]]></category>

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		<description><![CDATA[A acetona com fórmula química CH3(CO)CH3, é um composto orgânico sintético que também ocorre naturalmente no meio ambiente. É um líquido incolor de odor e sabor fáceis de distinguir. Evapora facilmente, é inflamável e solúvel em água.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>A acetona forma-se, juntamente com  outros produtos, na destilação seca da madeira. Em casos patológicos,  bem como após um jejum prolongado, a acetona parece na urina humana.</p>
<p>Existem certos microorganismos  capazes de produzir a acetona durante o metabolismo dos hidratos de  carbono &#8211; Bacillus macerans e Clostridium acetumbutiricum. Esse fato tem  sido aproveitado para fins técnicos de preparação desse composto.</p>
<p>O método de Piria foi, no passado,  utilizado industrialmente para se obter acetona. Hoje em dia, é  sintetizado a partir do acetileno, segundo o esquema:</p>
<div style="text-align: center;">
<p>ZnO</p>
</div>
<div style="text-align: center;">
<p>2 C2H2 + 3 H2O &#8211; (CH3)2C=O + CO2 + 2 H2</p>
</div>
<div style="text-align: center;">
<p>400 ºC</p>
</div>
<p>Obs: Trata-se de uma reação estranha,  difícil mesmo de ser compreendida.</p>
<p>A hidrogenação catalítica do  isopropanol vem sendo usada, com  muito sucesso, como processo  industrial de preparação da acetona. Esse processo é identico ao da  obtenção do formaldeído e do acetaldeído. Todavia desenvolveu-se um  outro método de oxidação do isopropanol por meio de oxigênio do ar, na  ausência de catalisadores.</p>
<p style="text-align: center;">420 &#8211; 460  ºC</p>
<p style="text-align: center;">(CH3)2CH-OH  + O2 &#8211; (CH3)2C = O + H2O2</p>
<p>Obs: Essa reação constitui um bom  processo de obtenção da água oxigenada.</p>
<p>Um método muito interessante, usado  para preparar acetona industrialmente, consiste no rearranjo do  hidroperóxido do cumeno. Fenol é preparado comercialmente nessa  oxidação. O mecanismo desse rearranjo, que é catalisado por ácido,  parece ser o seguinte:</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1920" href="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/04/reacao_acetona.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1920" title="reacao_acetona" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/04/reacao_acetona.jpg" alt="" width="541" height="465" /></a></p>
<p>A acetona, líquido incolor muito  volátil, é largamente usada como matéria-prima para o preparo de  diversas substâncias orgânicas. Todavia sua principal aplicação consiste  ser solvente de inúmeros produtos, tais como acetato de celulose,  lacas, resinas, acetileno, etc. É totalmente miscível com água, sendo  também usada para homogeneização de misturas de solventes. Um derivado  da acetona que apresenta ação hipnótica é o sulfonal (veja estrutura do  composto abaixo).</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1923" href="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/04/cadeia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1923" title="cadeia" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2010/04/cadeia.jpg" alt="" width="186" height="98" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Ruptura de Ligações</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 02:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[Ruptura de Ligações]]></category>
		<category><![CDATA[ruptura heterolítica]]></category>
		<category><![CDATA[ruptura homolítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem dois modos em que pode ocorrer a ruptura de ligações entre átomos. A Ruptura Homolítica,a molécula é separada de modo igual, e a Ruptura Heterolítica em que a molécula é separada de modo igual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>A <strong>ruptura de ligações</strong> entre átomos pode ocorrer de modo homogêneo ou heterogêneo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>Ruptura Homolítica</strong></span></span>: a molécula é separada de modo igual para os radicais resultantes, ou seja, é uma cisão de ligação sem perda nem ganho de elétrons.</p>
<p>Quando a quebra da ligação é feita igualmente, cada átomo fica com seu elétron original da ligação, dando origem aos chamados radicais livres.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1386 aligncenter" title="ruptura_homolitica" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2009/09/ruptura_homolitica.jpg" alt="ruptura_homolitica" width="235" height="94" /></p>
<p><span style="font-family: Verdana;">Radical livre</span>: átomo com elétron desemparelhado, cuja carga elétrica é neutra.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ruptura Heterolítica</strong></span></span>: a quebra da ligação é feita de modo desigual, ficando o par eletrônico com apenas um dos átomos da ligação.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1387 aligncenter" title="ruptura_heterolitica A" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2009/09/ruptura_heterolitica-A.jpg" alt="ruptura_heterolitica A" width="254" height="96" /></p>
<p>Observe que uma das espécies ganha elétrons e a outra perde (formação de íons). <br />
 Rompendo-se heteroliticamente a ligação entre carbono e bromo, teremos um carbocátion e um íon brometo (ânion). Neste caso, o elemento bromo, como sendo mais eletronegativo, leva consigo o par eletrônico.</p>
<p>Mas o que aconteceria se o par de elétrons ficasse com o Carbono? Isto ocorre quando há uma quebra heterolítica entre a ligação de carbono e hidrogênio:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1388 aligncenter" title="ruptura_heterolitica B" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2009/09/ruptura_heterolitica-B.jpg" alt="ruptura_heterolitica B" width="248" height="101" /></p>
<p>O carbono fica com o par eletrônico e colabora para a formação de um carbânion e um íon H+ (próton).</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Reação de Substituição</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/quimica-organica/reacao-de-substituicao/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 23:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[reacao]]></category>
		<category><![CDATA[Reação Substituição]]></category>

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		<description><![CDATA[Reação de substituição, como o próprio nome já diz, é aquela em que ocorre na molécula a troca de um ligante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>Reação de substituição</strong>, como o próprio nome já diz, é aquela em que ocorre na molécula a troca de um ligante.</p>
<p>Veja um exemplo de substituição por radical livre:</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="text-decoration: underline;">1ª etapa</span>: formação do radical </span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><img class="alignnone size-full wp-image-1378" title="reacao substituicao 1" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2009/09/reacao-substituicao-1.jpg" alt="reacao substituicao 1" width="208" height="35" /></span></p>
<p>Ruptura homolítica do Br2 e formação de radicais • BR: esta cisão na ligação covalente ocorre na presença de calor ou luz.</p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="text-decoration: underline;">2ª etapa</span>: ataque do radical Brometo ao Propano</span>, causando a ruptura homolítica da ligação C ― H.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1379" title="reacao substituicao 2" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2009/09/reacao-substituicao-2.jpg" alt="reacao substituicao 2" width="453" height="155" /></p>
<p>O ligante H da molécula de propano é substituído pelo ligante BR, originando o 1 -Bromo propano ou 2 &#8211; Bromo propano. A reação de substituição por radical livre é típica de alcanos.</p>
<p>Nota: As duas setas indicam que o radical Bromo pode substituir qualquer hidrogênio da estrutura.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Mecânismos de Reações Orgânicas</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 23:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[Mecanismos]]></category>
		<category><![CDATA[Reacão Orgânica]]></category>

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		<description><![CDATA[Mecanismo de uma reação é o caminho pelo qual a reação se processa, ele descreve as várias etapas pelas quais ela passa, por exemplo a ruptura das ligações, os ataques eletrofílicos e nucleofílicos ao reagente orgânico, a formação de novas ligações, tudo isso é demonstrado em um mecanismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong>Mecanismo de uma reação</strong> é o caminho pelo qual a <strong>reação</strong> se processa, ele descreve as várias etapas pelas quais ela passa.</p>
<p>A ruptura das ligações, os ataques eletrofílicos e nucleofílicos ao reagente orgânico, a formação de novas ligações e de compostos intermediários, tudo isso é demonstrado em um mecanismo. Vale lembrar que um mecanismo é proposto se baseado em experimentos, mas é apenas um modelo, não sendo um caminho obrigatório para a reação.</p>
<p>No <strong>mecanismo da reação</strong> influem vários fatores, como a natureza do solvente, polaridade das ligações, troca de elétrons, etc. Portanto, um determinado mecanismo nem sempre é a única maneira de se explicar a formação de determinado produto.</p>
<p>No caso das <strong>reações orgânicas</strong>, um mecanismo pode ocorrer de duas maneiras: ionicamente ou via radicais livres.</p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana;">1. Mecanismo iônico</span></strong>: a ruptura heterolítica de uma ligação covalente dá início ao processo, originando íons (carbocátion e carbânion).</p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana;">2. Mecanismo via radicais livres</span></strong>: a ruptura homolítica de uma ligação covalente forma radicais livres (muito instáveis e reativos).</p>
<p>Acompanhe o mecanismo de <span style="font-family: Verdana;">Halidrificação de Alcenos</span>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1360 aligncenter" title="mec reacao etapa2" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2009/09/mec-reacao-etapa2.jpg" alt="mec reacao etapa2" width="496" height="90" /></p>
<p><strong>Podemos dividir o mecanismo em etapas: </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">1ª Etapa: </span>A quebra homolítica de Ácido Bromídrico (H — Br) deu origem ao radical livre • <strong>Br</strong>, este reage com alceno e forma um novo radical.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana;">Etapa intermediária</span></span>: o radical livre ataca o hidrogênio polarizado do HBr.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana;">Etapa final</span></span>: Nesta etapa se forma o produto (1- Bromo propano) e um novo radical que reiniciará a reação.</p>
<p>Como se vê, a Halidrificação de Alcenos ocorre por Mecanismo via radicais livres.</p>
<p>Observação: Halidrificação pode ser entendida como Halogenação, uma vez que houve a adição de um Halogênio (Bromo) à molécula.</p>
<p>O mecanismo de uma reação é uma maneira  didática (simulação) de mostrar passo a passo a formação de determinado produto, mas, contudo, explica o que acontece realmente na prática.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Reação de Saponificação</title>
		<link>http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/quimica-organica/reacao-de-saponificacao/</link>
		<comments>http://www.quimicalizando.com/quimica-geral/quimica-organica/reacao-de-saponificacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 15:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Química Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[hidrolise]]></category>
		<category><![CDATA[reacao]]></category>
		<category><![CDATA[sabão]]></category>
		<category><![CDATA[Saponificação]]></category>

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		<description><![CDATA[A reação de saponificação ou hidrólise alcalina ocorre quando um éster em solução aquosa de base inorgânica origina um sal orgânico e álcool, através dela é que se torna possível o feitio do sabão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Em termos gerais, a <strong>reação de saponificação</strong> ocorre quando um éster em solução aquosa de base inorgânica origina um sal orgânico e álcool.</p>
<p>A <strong>Reação de saponificação</strong> também é conhecida como <strong>hidrólise alcalina</strong>, através dela é que se torna possível o feitio do sabão. Falando quimicamente, seria a mistura de um éster (proveniente de um ácido graxo) e uma base (hidróxido de sódio) para se obter sabão (sal orgânico).</p>
<p>A equação abaixo demonstra este processo: <br />
 <span style="color: #0c47de;"><br />
 <span style="color: #1560c0;"><strong>Éster + base forte → sabão + glicerol</strong></span></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Praticamente todos os ésteres são retirados de óleos e gorduras,</span> daí o porquê das donas de casa usarem o óleo comestível para o feitio do sabão caseiro.</p>
<p><strong>Equação genérica da hidrólise alcalina:</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1372" title="reacao_saponificacao" src="http://www.quimicalizando.com/wp-content/uploads/2009/09/reacao_saponificacao.jpg" alt="reacao_saponificacao" width="500" height="195" /></p>
<p>A equação acima representa a hidrólise alcalina de um óleo (glicerídeo). Dizemos que é uma hidrólise em razão da presença de água (H<sub>2</sub>O) e que é alcalina pela presença da base NaOH (soda cáustica). O símbolo ∆ indica que houve aquecimento durante o processo. Produtos da reação de Saponificação: sabão e glicerol (álcool).</p>
</div>]]></content:encoded>
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